Dependência química tratada com amor

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A história da Amarja começou em 2003 quando Janaína, uma jovem sonhadora e que tinha um amor imenso pelo próximo, dizia ter um sonho de construir no futuro, um centro de recuperação para dependentes químicos, no sítio de propriedade de sua família.

“Seu sonho não foi realizado em vida, pois Janaína faleceu em 2003, mas seu sonho ficou conosco e a cada dia ganhava força e razão para existir.

Sabíamos que um ideal dessa magnitude precisaria de muitas “mãos amigas”, de pessoas que seriam tocadas e sensibilizadas com a causa, assim, com a ajuda de alguns amigos que se reuniram voluntariamente, fundamos no dia 21 de setembro de 2005 a comunidade terapêutica, Amarja- Associação Mão Amiga Recanto Janaína, tornando realidade o sonho daquela adolescente tão especial”, declara Edna Maria Honorato, Presidente da Amarja.

O tratamento em caráter voluntário e gratuito é baseado na laborterapia, psicoterapia, disciplina, autodesenvolvimento e espiritualidade, e tem como compromisso devolver ao ser humano oportunidades para que viva com dignidade, adquirindo novos hábitos, reconstruindo vínculos e mantendo-se sóbrio, saudável, produtivo e com relações familiares e sociais estáveis.

“Nossa maior alegria é oferecer aos acolhidos um espaço seguro, tranquilo e aconchegante, onde durante o dia participam de atividades na horta, cozinha, limpeza do espaço e ainda confeccionam lindos tapetes tear. Somado a tudo isso, temos também a certeza de que seus familiares estão tranquilos”, reforça o gestor da Amarja, Lécio Pereira Honorato.

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